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Você viajaria e deixaria o seu povo morrendo em plena pandemia?

O DF cheio de problemas, a pandemia avança e o Governador ostentação em um paraíso no litoral. Mas onde fica? No Piauí, é claro !

O governador Ibaneis Rocha (MDB), a primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, e o filho do casal, Mateus, de dois anos e meio, passaram o feriado numa praia no Piauí. Estavam bastante afinados, como se pode ver pelo figurino.

E você preso dentro da sua casa, pagando a viagem de quem deveria está cuidando para que sua vida melhorasse. Ano que vem você terá a oportunidade de demitir todos estes empregados que não estão fazendo o que o patrão gostaria que fosse feito. Quem manda é você.

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Recanto das Emas ganha Ponto para descarte de eletroeletrônicos e pilhas usadas

Ponto de entrega para descarte de eletroeletrônicos e pilhas

Ressaltando ainda mais a importância do cuidado com o meio ambiente, a Administração do Recanto das Emas agora possui um ponto voluntário de descarte dos lixos eletroeletrônicos e pilhas usadas.

Para usufruir deste benefício, remova todos os dados e programas instalados do aparelho e vá até o ponto de descarte.

Pronto!

Fácil e rápido você ajuda o Meio Ambiente e o Recanto das Emas a lutar por essa causa.

Mais informações e lista do que pode ser descartado no site: greeneletron.org.br

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Presidência do TCDF vai pedir informações ao STJ sobre Operação Pacare

Ao final da sessão de ontem (26/5), todos os conselheiros do Tribunal de Contas do DF (TCDF) se manifestaram sobre a Operação Pacare, em que houve busca e apreensão no gabinete e na casa da corregedora da corte, conselheira Anilcéia Machado.

O presidente, Paulo Tadeu, abriu a palavra, na sessão por videoconferência, ao comunicar oficialmente aos colegas a ação da Polícia Federal (PF), que já era de conhecimento de todos pelas notícias divulgadas ao longo do dia. O presidente informou que pediu informações sobre as investigações em curso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao relator, ministro João Otávio de Noronha, e garantiu que todos manteriam o sigilo. “Prestamos solidariedade a nossa conselheira que, inclusive, se encontra em luto familiar e queremos que tudo seja esclarecido o quanto antes para que a normalidade possa prevalecer no âmbito desse Tribunal. Até que se prove o contrário nós vamos adotar o princípio da presunção de inocência”, afirmou Paulo Tadeu. Com base nas informações prestadas pelo STJ, os conselheiros deverão se reunir presencialmente para avaliar eventuais medidas a serem adotadas.

Luto

Os demais conselheiros do TCDF, Renato Rainha, Manoel de Andrade, Inácio Magalhães, Paiva Martins e Márcio Michel, além do procurador Demóstenes Albuquerque, concordaram com a posição do presidente, Paulo Tadeu, de aguardar informações. A conselheira Anilcéia Machado está de licença médica. Ela perdeu o marido, Fernando Laboissiere, há três semanas, vítima de câncer de pulmão. O luto foi citado pelos colegas.

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Compras: Dia Livre de Imposto acontece hoje com descontos de até 70%

Hoje e comemorado o dia do Brasil sem imposto, em todo país são ofertados produtos e serviços com descontos que variam de 30% a 70% tirando a grande carga tributária. O Dia Livre de Impostos nasceu para manifestar a insatisfação do brasileiro com a tributação abusiva que limita o poder de consumo da população, além de servir de freio para o crescimento econômico do país. O brasileiro trabalha em média 153 dias (5 meses) por ano só para pagar impostos.

O deputado Federal Luís Miranda é o autor da Proposta da emenda da constituição PEC 128 que trata da desoneração da carga tributária no consumo na folha de pagamento, o que seria isso na pratica?

O trabalhador teria mais poder de compra fomentando a economia com seu dinheiro rendendo mais, coisa que o deputado viveu quando morava nos estados unidos, beneficiando a classe mais baixa, ele hoje é Presidente da frente parlamentar mista e membro titular da comissão mista da reforma tributária.

Sua maior bandeira e aprovação da desoneração da carga tributária no consumo na folha de pagamento no Brasil

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É preciso abafar um possível pedido de impeachment

Almas do purgatório.

Todo mundo sabe que a CPI da Pandemia pode trazer sérias dores de cabeça para o presidente Bolsonaro.

É preciso abafar um possível pedido de impeachment.

O Centrão, a quem o general Heleno diz que se “gritar pega ladrão não fica um no Centrão“, acostumado com as vias não republicanas do país da impunidade soprou nos ouvidos do presidente Bolsonaro: presidente, o PT usava de um subterfúgio para abafar os escândalos – O orçamento secreto.

Orçamento secreto?

Bolsonaro chamou o gabinete do ódio e mandou descobrir onde ficava o tal do Orçamento secreto.

Algo novo para os novos habitantes do PP

O gabinete do ódio descobriu uma verba de R$ 3 bilhões a fundo perdido.

Bolsonaro, convoca o Centrão e pergunta: o que fazer com tanto dinheiro para agradar o Congresso Nacional?

E aí alguém do Centrão falou: presidente, vamos comprar trator para presentear prefeituras pequenas, conheço uma empresa pequena que topa entrar no “esquema”.

O presidente que se elegeu prometendo fortalecer o combate a corrupção topou na hora.

Bolsonaro está em crise de amnésia.

Resultado: os tratores foram comprados com valor de 250% acima dos preços de referência.

Vem escândalo por aí….  

Bolsonaro tem que ver que 90% da Esplanada são petistas e as eleições de 2.022 batem à porta.

Os servidores públicos são todos dominados pela CUT.

Um perigo Bolsonaro!

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Dinheiro, dinheiro, dinheiro neste governo tudo é na força da grana!

Coincidências, coincidências…

Sabe aquele prédio no começo da L2 Norte em forma de pirâmide, um dos símbolos do misticismo de Brasília e que pertencia a CEB?

Pois bem, aquele prédio foi vendido por R$ 14 milhões. O prédio foi demolido e construído um mais moderno.

Até aí tudo bem.

Mas a CEB precisava alugar um local para acomodar todo acervo da Holding. Não dava para ficar no olho da rua. Mas onde? Que dor de cabeça enorme. Foi aí que alguém teve a ideia da feliz coincidência.

Gênio é para pensar…

A CEB alugou o prédio que já foi dela por exatamente R$ 14 milhões.

Uma mera confidência da vida.

Afinal, vale a velha máxima: água do rio só corre para o mar.

No entanto, não é assim que pensa o Ministério Público de Contas que começou a investigar essa estranha coincidência de só acontece em Brasília, a capital da esperança.

Não foi à toa que o deputado João Alves, um parlamentar corrupto da Bahia, acertou 250 vezes nas lotéricas da Caixa, só na capital do país.

Documentos à disposição no MP.

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Exclusivo: hospital da família de Marcelo Queiroga é reativado com recursos públicos e colocado à venda

Vai ter consequências.

Caiu como uma bomba o “furo” do jornalista Cláudio Dantas na CPI da Pandemia agora à tarde.  Segundo o jornalista, o hospital da família do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, é reativado com recursos públicos e colocado à venda.

Com a matéria em mãos, o senador Renan Calheiros, inquiriu o ministro e faltou terra nos pés de Queiroga.  De acordo com a matéria, o Hospital Santa Paula, em João Pessoa (PB) fechou as portas em 2.012 por problemas financeiros.

Ainda de acordo com a matéria o governo da Parnaíba reativou a unidade hospitalar ao custo de R$ 2,5 milhões.

Curiosamente, depois de reformado com verbas públicas, o hospital foi colocado à venda por R$ 47 milhões.

Após a descoberta da maracutaia o hospital foi tirado do ar como um imóvel à venda no site da imobiliária encarregada da transação comercial. No último dia 8 de abril, o governo da Paraíba renovou por seis meses o contrato de locação com o Santa Paula, que passará a ter valor global de R$ 1,8 milhão. O política do cerrado tentou, sem sucesso, obter respostas do governo da Paraíba, dos donos do Santa Lúcia e de Marcelo Queiroga. O ministro não respondeu às mensagens. O espaço permanece aberto para esclarecimentos, que também poderão ser feitos diretamente à CPI da Covid.

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Mais distante de Bolsonaro, Ibaneis quer que MDB lance candidato próprio

Mesmo com os desentendimentos no último fechamento do comércio no DF, a relação do governador Ibaneis Rocha (MDB) e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está apaziguada. Segundo fontes próximas ao emebista, Ibaneis gosta de Bolsonaro, mas quer manter-se independente nas decisões locais.

Apesar da paz, o governador lançou a proposta, em reunião do MDB nesta semana, de que o partido tenha candidato próprio à presidência em 2022, uma forma também de não se aliar a Lula, como planeja um grupo liderado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Os aliados do governador dizem que a ideia não tem nada a ver com Bolsonaro, mas Ibaneis defendia publicamente, até pouco tempo, que o presidente merecia ser reeleito.

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Tem alternativa? A Ibaneis e a ao PT para as eleições do DF

Primeiro foi José Roberto Arruda. Em 1998, o então senador criou a Terceira Via na disputa pelo Buriti. Acabou fora do segundo turno, disputado por Cristovam Buarque e Joaquim Roriz, vencedor do pleito. Hoje, setores que não se alinham nem com o atual governador, Ibaneis Rocha, nem com o PT e seus partidos satélites também buscam um caminho alternativo. O movimento, ainda sem nome, quer mostrar por que é diferente das forças que dominam a política local nas últimas décadas.

Olhos de cobiça
Ceilândia, sempre bom lembrar, é berço político de tradição no DF. Basta dizer que é a base eleitoral de Maria de Lourdes Abadia, cuja trajetória se confunde com a da cidade. Ceilândia também foi uma importante etapa na trajetória de Rogério Rosso, ex-administrador da cidade e governador do DF.

O maior colégio eleitoral do DF, com nada menos que 290 mil votos, é caminho incontornável para quem busca peso político no quadrado federal e distrital. Não à toa, o presidente Jair Bolsonaro — que ainda ignora a importância do uso da máscara, passeou por lá neste sábado. Será ali um dos seus

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Ressurreição? Ibaneis convida Weslian Roriz para inaugurar viaduto

Na quinta-feira (29) o GDF vai entregar o último viaduto que compõe o complexo da nova saída norte do DF.

Numa justa homenagem o local passa a se chamar Complexo Viário Governador Joaquim Roriz.

Como o presidente Bolsonaro, andou lado a lado com Flávia Arruda nas ruas empoeiradas do Sol Nascente, uma pulga atrás da orelha, começa a incomodar a reeleição de Ibaneis Rocha em 2.022 e um forte obstáculo nas pretensões do PT.

O Rei do Gado, acaba de convidar Dona Wesllian Roriz para cortar a fita de inauguração da obra.

2.022 está nas ruas, alguém duvida?

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Renan Calheiros já tem em mãos prova contra Bolsonaro e integrantes do governo

Ofício que orienta uso de cloroquina pode ser prova contra governo.

A CPI do genocídio poderá resultar em imputações criminais contra Jair Bolsonaro e integrantes de seu governo, segundo aponta reportagem de Julia Chaib e Renato Machado, publicada na Folha de S. Paulo. “O senador Renan Calheiros (MDB-AL), futuro relator da CPI da Covid, já tem em mãos um ofício no qual o governo federal orienta a Fiocruz a divulgar e indicar a prescrição de cloroquina ou hidroxicloroquina no tratamento contra a Covid-19. Para membros da comissão, o documento poderá ser usado eventualmente como prova para imputar crimes a integrantes do governo Jair Bolsonaro na gestão da pandemia”, apontam os jornalistas.

Como se sabe, Bolsonaro fez charlatanismo com um remédio sabidamente ineficaz e, com isso, acabou estimulando o contágio da doença, que já matou mais de 370 mil brasileiros. “A CPI tem sua instalação marcada para a próxima terça-feira (27). Além da confirmação de Renan na relatoria, o senador Omar Aziz (PSD-AM) deve ser eleito presidente na primeira sessão de trabalhos. A base do governo é minoria entre os 11 integrantes”, apontam os jornalistas.

“O ofício de 29 de junho do ano passado enviado pelo Ministério da Saúde à Fiocruz é um dos textos que estão na relação de evidências que comprovariam a orientação explícita de Jair Bolsonaro para uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19 —algo rechaçado por especialistas”, informam ainda os repórteres.

Política do Cerrado com informações da Folha e Brasil 247

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MP entra com ação contra nomeação da ministra Flávia Arruda

Subprocurador vê “sobreposição de interesses particulares” do presidente Bolsonaro ao interesse público

O subprocurador-Geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Furtado, impetrou representação contra a nomeação da Secretaria de Governo da Presidência da República, Flávia Arruda. O documento, apresentado à presidente do TCU, ministra Ana Arraes, pede que o tribunal adote medidas exigentes sobre a nomeação, “ante indícios de sobreposição de interesses particulares” do presidente Jair Bolsonaro ao interesse público, “praticando ato em desvio de requerido e com ofensa aos princípios constitucionais da legalidade, da impessoalidade, moralidade e eficiência ”.

Na representação, Lucas Furtado anexou reportagem de VEJA mostrando que uma ONG administrada por Flávia Arruda, o Instituto Fraterna, foi investigada por receber dinheiro do chamado Mensalão do DEM – esquema de corrupção que envolvia diretamente o marido da ministra, o ex-governador José Roberto Arruda, que arrecadava propina junto a empresas prestadoras de serviços do Governo do Distrito Federal. Arruda foi condenado a mais de 11 anos de prisão, mas recorre em liberdade. Por falta de provas, uma investigação contra o Instituto Fraterna foi arquivada.

Para o subprocurador-Geral Lucas Furtado, a inexistência de provas no âmbito judicial não impede o tribunal de investigação ou caso. “Conforme reiteradas decisões dessa Corte, a absolvição do responsável na esfera penal pela prova de provas não repercute necessariamente na esfera administrativa, uma vez que a inexistência dos pressupostos para a configuração do tipo penal não implica a não configuração do tipo administrativo”, diz trecho da representação. “Uma conduta residual pode ser suficiente para a responsabilização do agente perante o TCU”. Na representação, Furtado questiona a nomeação que o presidente Jair Bolsonaro fez de uma deputada de primeiro mandato “com suspeitas de corrupção ainda não esclarecidas”.

O procurador levanta ainda suspeitas de que o presidente Jair Bolsonaro foi nomeado Flávia Arruda para a Secretaria de Governo para agradar ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL)“A nomeação de pessoa suspeita de corrupção demonstração clara a tentativa do presidente da República de agradar ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, réu por corrupção, que pode a qualquer momento colocar em votação na Câmara assuntos que desagradam Bolsonaro, como os quase 100 pedidos de impedimento contra ele ”.

Politica do Cerrado com informações da revista veja

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Presidenciáveis de centro e esquerda se desempregados em crítica a Bolsonaro

Doria, Leite, Ciro, Haddad e Huck participaram de debate de universidades norte-americanas para discutir propostas para o país

Cinco presidenciáveis ​​de partidos e ideologias – o apresentador da TV Luciano Huck (sem partido), dos governadores João Doria (PSDB-SP) e Eduardo Leite (PSDB-RS), o ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes (PDT) e o ex -prefeito Fernando Haddad (PT) – se uniram neste sábado, dia 17, em críticas duras ao presidente Jair Bolsonaro em relação às diferentes áreas de seu governo, como saúde, educação, meio ambiente e economia. Foi a primeira vez que os cinco se reuniram pelo menos virtualmente. O debate do evento Conferência Brasileira foi promovido por estudantes brasileiros das universidades norte-americanas de Harvard e MIT.

Os carregados mais pesados ​​partiram de Doria, Ciro e Haddad, que chegaram a chamar Bolsonaro de “genocida” pela gestão da pandemia de Covid-19, que já matou mais de 370.000 brasileiros. Doria taxou Bolsonaro de “fascínora genocida”; Ciro, de “fascista e genocida boçal”; e Haddad afirma que acusar o presidente de genocídio não era uma ofensa, “mas dados objetivos que mostram que o governo falhou na grave crise”.

O grupo de candidatos também destacaram o que consideram ações anti-democráticas do presidente. Leite o acusou de tentar “desestabilizar” em relação aos governadores com as quadro de segurança estaduais e citou os “ataques ao STF e ao Parlamento”. Doria reforçou que ele “flerta permanentemente com o autoritarismo”. E Ciro completou, dizendo que “o delírio do Bolsonaro é formar uma milícia para resistir de forma armada à derrota eleitoral que se aproxima”.

Único do grupo que não tem experiência política nem filiação partidária, Huck discurou que “não é bom” fazer política com o olho “no retrovisor”“Não adianta pensar com a cabeça do século passado e perder como oportunidades que precedentes pela frente. Temos que deixar de lado nossas vaidades e entender que, mesmo com o enorme potencial, o Brasil não deu certo ”, apresentando ele, sendo rebatido por Haddad, Doria e Ciro, segundo os quais é preciso compreender o passado como um aprendizado para não repetir os erros no futuro.

Apesar de reunirem presidenciáveis ​​de partidos e ideologias diferentes, da esquerda à direita, o tom do debate foi bastante cordialidade e troca de elogios entre eles. Além de concordarem, nós oferecemos ao presidente, eles aproveitam o espaço para falar sobre os seus feitos e sugerir propostas para solucionar os problemas do país em temas como, desenvolvimento econômico e tecnologia. No mais, assentiram sobre a necessidade de pensar um projeto de país e superar a polarização política.

CLIQUE AQUI o vídeo do evento.

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STF dá cinco dias para Lira explicar não abertura de processo de impeachment

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), estabeleceu prazo de cinco dias para que o presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) dê explicações sobre a não abertura dos processos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. Atualmente, a Câmara tem mais de cem requerimentos contra o presidente da República engavetados.

O prazo estabelecido pela magistrada é em resposta a um mandado de injunção feito pelo advogado Ronan W. Botelho que afirma haver uma lacuna na legislação ao não se estabelecer um prazo para abertura dos processos de impeachment. O deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) e o vereador paulista Paulo Rubinho Nunes, ambos integrantes do MBL, também entraram com um recurso semelhante junto ao STF. A ação feita por eles ainda não foi analisada pela relatora Cármen Lúcia.

No pedido, Botelho argumenta que a lacuna é um um “grande erro jurídico” na legislação e acaba por permitir que os processos de impeachment tenham andamento quando o presidente da mesa “bem quiser”. Para ele, isso tem permitido a utilização dos processos como uma ferramenta de interesses políticos.

Ele alega ainda que a não abertura do processo pode ser compreendida como o cometimento do crime de prevaricação, que é quando uma pessoa cumprindo função pública deixa de realizar o seu dever. Segundo Botelho, caso Lira não se explique pode ser configurada “omissão”.

“A falta de uma regra clara para o devido processo legal nos processos de impeachment, seja de ministro do STF, seja de presidente, é proposital, porque as duas Casas legislativas ficam com as armas nas mãos. O Senado mantém o judiciário sob sua guarda com ameaças de impeachment [contra ministros] e a Câmara Federal contra o Executivo”, explica.

O mandado de injunção funciona como um projeto de lei que parte do judiciário para preencher alguma eventual lacuna existente na legislação. Quando o mandado é acatado, o poder legislativo é cobrado pelo Judiciário para que crie uma legislação, preenchendo a lacuna vigente até aquele momento. Nesse caso, o STF é provocado a exigir que o Legislativo crie regras mais claras sobre o andamento de processos de impeachment, que até o momento não tem prazo de abertura definido.

Politica do Cerrado com informações do Congressoemfoco

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Estudo publicado na revista Science aponta governo federal como maior culpado por erros na pandemia no Brasil

O fracasso brasileiro no combate a pandemia pode ser atribuída a falhas de gestores públicos em diferentes lugares, mas o peso do governo federal tem um tamanho desproporcionalmente grande na equação. A conclusão é de um estudo assinado por dez cientistas do Brasil e dos EUA, liderado pela demógrafa Márcia Castro, professora da Universidade Harvard, publicado na revista Science, vitrine da ciência mundial.

O trabalho, que mapeou o espalhamento da doença com detalhes no Brasil entre fevereiro e outubro do ano passado, sai na mesma semana em que o Senado prepara uma CPI (comissão parlamentar de investigação) para investigar a responsabilidade por equívocos na resposta à epidemia. Alavancada por outros estudos realizados antes, a pesquisa mostra houve variedade grande na qualidade da resposta à pandemia, e isso é uma marca típica de problemas de “omissão” e “erro” do governo federal, porque o Ministério da Saúde e o SUS são os grandes responsáveis ​​por atenuar como desigualdades regionais nas políticas de saúde.

Se o primeiro ingrediente da falha foi a própria desigualdade já instalada no país, outros problemas são mais relacionados ao momento político que o país vive.

O segundo problema foi a falta de bloqueios que pudessem evitar o espalhamento da doença entre municípios e estados, porque o Brasil é um país grande e relativamente bem conectado. O terceiro foi teor do fator político em si, porque cidades e estados governados por aliados do presidente Jair Bolsonaro tomaram menos ações, e a polarização ideológica prejudicou a adesão a medidas.

O quarto elemento (o mais bem documentado no estudo de Márcia Castro) é uma falha de testagem e acompanhamento da epidemia, com várias cidades tendo começado a registrador alta nas mortes por Covid-19 antes da alta de casos.

O quinto ingrediente, finalmente, foi a falta de sincronia nas medidas de distanciamento e contenção do vírus. A falta de uma política nacional de distanciamento social baseado o vírus a encontrar sempre um refúgio onde pudesse crescer, explicam os cientistas.

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Mantando a fome: mais de 150 cestas básicas doadas para famílias carentes

Ação é fruto de parceria entre a ONG Fênix Brasil, Polícia Militar e Claudeci da Luart Calçados que doou as cestas

Solidariedade – Várias famílias moradoras da Cidade Estrutural – DF que estão em situação de vulnerabilidade social e que foram cadastradas previamente pela a ONG Fênix Brasil receberam ajuda para a alimentação da sua família durante este período da pandemia do coronavírus, cada família recebeu uma cesta de alimentos nesta sexta-feira (09). Além, das cestas a ONG doa máscaras e álcool em gel.

“A gente pensou como grupo: O que a gente pode fazer? Como poderia ajudar e quem ajudar? Então, na verdade, começamos a elaborar uma campanha de doação. Isso é nossa contribuição. Então, para nós, a gente está preenchendo totalmente nosso papel social”, Ressalta, Luciene Alves, presidente da ONG – Fênix Brasil.

“Fiquei muito feliz e alegre quando recebi essa cesta, eu estava precisando muito, aqui em casa”. Fala da dona de casa Neide Maria, moradora do Setor Oeste da Cidade Estrutural- DF.

A pandemia de COVID-19 é uma realidade cruel que está afetando severamente toda a população brasileira, mas com maior gravidade atinge as famílias mais carentes das periferias da nossa capital. Os efeitos do isolamento ao longo do tempo são motivo de grande preocupação. Em comunidades como a Estrutural – DF, estas pessoas são o nosso foco.” Diz Luciene Alves, presidente da ONG – Fênix Brasil que agradece muito aos parceiros que fizeram essa doação.

A ação contou com o apoio de voluntários que ajudam na ONG, da Polícia Militar e dos empresários Claudeci da Luart Calçados e do Marcelo Serakides.

“Sabemos que um país próspero e sem exclusão depende da participação de todos nós.” Lembra, Claudeci da Luart Calçados.

Moradores da Cidade Estrutural que queiram fazer o cadastro para recebimento de cestas básicas a serem entregues pela ONG Fênix Brasil, devem ir a sede da instituição na Quadra 03, Conjunto 02, Lote 05. Setor Leste. Depois de inscritos receberão a visita da equipe de assistência social da ONG para entender melhor a situação de cada família.

Você que gostaria de fazer doações para ajudar mais famílias faça contato:

ONG | Fênix Brasil.

CEU – CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSAIS

E-mail: ceu.fnx@gmail.com

WhatsApp: 9 94466420

Quadra 03, conjunto 02, casa 05. Setor leste – CEP: 71261-210.

Cidade Estrutural – DF

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Ciro: Lula deveria seguir exemplo de Cristina Kirchner e concorrer como vice

Por outro lado, ex-ministro disse que ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, não deveria ser espelhado

O ex-ministro e presidenciável em 2018 Ciro Gomes disse na segunda-feira, 5, que o ex-presidente Lula deve ter generosidade e se espelhar no exemplo de Cristina Kirchner, que, em 2019, concorreu na Argentina como vice-presidente. Por outro lado, não deveria se espelhar no ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e no ex-presidente da Bolívia Evo Morales.

 “A gente devia pedir generosidade a quem já teve oportunidade, como o Lula. A gente devia pedir a ele para se compenetrar e não copiar o exemplo de Maduro, na Venezuela, e da Evo Morales, na Bolívia. Mas olhar para o que a Cristina Kirchner fez na Argentina, que ajudou o país a se reconciliar.”

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Avançam as obras do viaduto de acesso ao Recanto das Emas

Previsão é de que marginal do lado do Riacho Fundo II seja aberta em 30 dias, quando a via que segue no sentido Samambaia será bloqueada

A construção das vias marginais próximas ao balão do Recanto das Emas, onde futuramente será erguido o viaduto da cidade, está a todo o vapor. A previsão é de que em 30 dias a nova pista do lado do Riacho Fundo II seja liberada para os veículos. Em seguida, será iniciada a fundação das estruturas elevadas. Com o trânsito desviado para a marginal, o fluxo no sentido para Samambaia ficará bloqueado.

Atualmente, os profissionais trabalham na terraplanagem da marginal. Essa é uma das etapas necessárias antes da pavimentação. Assim que essa parte for concluída, os profissionais vão trabalhar no mesmo serviço, só que do lado do Recanto das Emas, para o futuro bloqueio da via no sentido do Gama e Santa Maria.

A obra completa consiste em um viaduto e trincheiras erguidas no entroncamento do Recanto das Emas com o Riacho Fundo II.

“Iniciamos nesta semana a terraplanagem da marginal do lado do Riacho Fundo II para depois desviar o trânsito e iniciar de fato a obra do viaduto. O balão do Recanto das Emas causa muito congestionamento devido aos cruzamentos entre as cidades e ao grande fluxo de veículos”, explica o engenheiro civil do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) e executor da obra, Eli Câmara.

A obra completa consiste em um viaduto e trincheiras erguidas no entroncamento do Recanto das Emas com o Riacho Fundo II. O local, que hoje consome tempo dos motoristas que ficam presos no trânsito, em breve será mais uma passagem segura e com qualidade para a população. A obra também vai beneficiar moradores do Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Samambaia, Gama, Santa Maria e entorno.

Com investimento de R$ 30.9 milhões, a construção do viaduto deve durar um ano e vai gerar centenas de empregos. Toda a movimentação das obras e das máquinas tem chamado a atenção dos moradores, que aguardam pelo viaduto há décadas.

“É complicadíssimo passar aqui, principalmente no horário de pico. Creio que a obra vai melhorar muito. É o que todos os moradores do Riacho Fundo II e do Recanto das Emas merecem. E não somente isso, creio que vai diminuir muito os acidentes de trânsito. Vai ser excelente”, comenta o empresário Carliano Mendes Pereira, morador do Riacho Fundo II.

Para o comerciante Eliton José dos Santos, a obra será um presente para o desenvolvimento do Recanto das Emas e do Riacho Fundo II. “Vai ser muito bom para os moradores e para quem tem acesso aqui, quem vai para o Gama e as outras cidades. Vários governantes prometeram e chegava na ‘hora H’ e não acontecia. Agora, nós vemos que ela está acontecendo. Tem mais de 12 anos que moro aqui, então é uma cidade que está crescendo muito e é o que está faltando para nós. Com mais pistas e esse viaduto vai resolver tudo”, acredita.

Política do Cerrado com informações da Agência Brasília de comunicação

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Bolsonaro quebra hierarquia para tentar auto-golpe depois de levar país à anarquia, avaliação partidos e ministros do STF

Uma análise sobre a crise militar provocada pelo presidente Jair Bolsonaro com a demissão do geral Fernando Azevedo e Silva do Ministério da Defesa aponta para uma tentativa de provocar anarquia militar e tentar, mais à frente, um auto-golpe.

Ela circula entre partidos de escolha e é compartilhada por ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Magistrados acreditam que Bolsonaro está provocando uma confusão na área militar e pode, mais tarde, diante de uma situação de crise aguda, apelar para o apoio de policiais militares nos estados –que integram a base bolsonarista ou, em alguns locais, são açulados por ela .

Nesta terça (30), os chefes das Forças Armadas se demitiram em protesto contra Bolsonaro, na sequência da exoneração de Azevedo e Silva.

“O presidente está jogando no quanto pior, melhor. Ele tenta levar o país para o caos para, a partir dele, tentar dar um golpe de estado. Desestabiliza como PMs, joga na crise social”, afirma o deputado Paulo Teixeira (PT- SP), que participa das funções sobre o quadro geral da crise.

Um auto-golpe, no entanto, dificilmente seria concretizado já que Bolsonaro não teria apoio de empresários, de setores da mídia, do conjunto das Forças Armadas nem respaldo internacional.

O texto distribuído para parlamentares de escolha diz que é preciso cautela na avaliação sobre o que ocorre neste momento nas Forças Armadas.

“Toda a lambança de Bolsonaro é porque ele não tem os comandos em mãos. E nós [características] não podemos jogá-los no colo dele”, afirma a mensagem.

Ela detalha como seria uma tentativa de quebra de hierarquia em curso disparada pelo presidente da República.

Diz que a substituição do general Edson Leal Pujol no comando do Exército “não é fácil para Bolsonaro”, já que o preferido dele para o cargo, Marco Antônio Freire Gomes, hoje no comando do Nordeste, não é o mais antigo na linha de sucessão .

Como mostrado na Folha, o mais longevo, depois da saída de Pujol, será José Luiz Freitas (Operações Terrestres), que irá à reserva em agosto.

O segundo mais antigo é o chefe do Estado-Maior, o número 2 da hierarquia, Marco Antônio Amaro dos Santos. Ele se formou com Dilma Rousseff (PT), o que dificulta suas chances.

O terceiro, Paulo Sérgio (Diretoria de Pessoal, que cuida da saúde dos fardados), caiu em desgraça com Bolsonaro. Ele concedeu uma entrevista ao jornal Correio Braziliense elencando como medidas restritivas que fizeram o Exército ter um índice de contaminação muito menor do que o da população. Elogiou isolamento social e uso de máscaras – o oposto de tudo o que é pregado pelo presidente.

Laerte Souza Santos (Comando Logístico) é o próximo da lista, mas era o chefe do general Eugênio Pacelli, que perdeu a carga após ter portarias de controle de armas derrubadas por ordem de Bolsonaro. Só então Viria o Comandante do Nordeste, Marco Antônio Freire Gomes

“Os militares não gostam quando os mais jovens ultrapassam no comando os mais velhos. Não está fácil para Bolsonaro”, diz ainda uma análise feita a partidos de escolha.

A nomeação de um militar mais jovem, no entanto, não seria inédita. Outros comandantes foram, no passado, escolhidos na mesma condição.

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“Uma grande surpresa que devo a Arthur Lira”, diz nova ministra Flávia Arruda

Deputada federal foi anunciada para ocupar a Secretaria de Governo da Presidência da República como aceno do Planalto ao Centrão.

Anunciada nesta segunda-feira (29/3) como ministra-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, a deputada federal Flávia Arruda (PL-DF) afirmou que “foi uma grande surpresa” a confirmação do seu nome para ocupar uma das cadeiras mais próximas à de Jair Bolsonaro (sem partido).

Flávia Arruda substituirá Luiz Eduardo Ramos, que passa a ocupar a Casa Civil do Palácio do Planalto, num momento de crise na relação entre os dois Poderes.

“Foi uma grande surpresa. Fui sondada há alguns dias, mas não sabia que seria a escolhida. Muito disso eu devo ao presidente Arthur Lira [PP-AL], que apostou em mim para presidir a CMO [Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional]”, disse Flávia Arruda com exclusividade ao Metrópoles.

Durante conversa com a coluna Janela Indiscreta, a nova ministra de Bolsonaro foi cuidadosa com as palavras e adotou um tom apaziguador: “Espero contribuir na interlocução do Planalto com o Congresso”.

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Dia quente e muito agitado em Brasília o tabuleiro político está para dama

Dia será  calmo? Não!

Jornalista Ricardo Kotscho diz em sua coluna na Folha de São Paulo, que a recusa do ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva em colocar as Forças Armadas nas ruas para uma tentativa de golpe, gerou a demissão do ministro.

De acordo com fontes militares do jornalista, Bolsonaro, queria os militares nas ruas já nesta manhã.

Há dias Bolsonaro vem dizendo que o caos está próximo.

Segundo Kotscho, Bolsonaro não aceitou os argumentos de Azevedo de  que o Brasil não aceita um golpe militar.

Houve um bate-boca na hora em que o general disse a Bolsonaro que as Forças Armadas são instituição de Estado e não de governo.

A demissão ficou decidida quando o presidente afirmou que está decidido a tocar em frente seu plano para

dar um golpe de Estado.

Logo em seguida o Planalto solta uma nota oficial com mudanças nos ministérios.

NOTA

O Presidente Jair Bolsonaro alterou a titularidade de seis ministérios nesta segunda-feira (29). As seguintes nomeações serão publicadas no Diário Oficial, a saber:

•         Casa Civil da Presidência da República: General Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira;

•         Ministério da Justiça e Segurança Púbica: Delegado da Polícia Federal Anderson Gustavo Torres;

•         Ministério da Defesa: General Walter Souza Braga Netto;

•         Ministério das Relações Exteriores: Embaixador Carlos Alberto Franco França;

•         Secretaria de Governo da Presidência da República: Deputada Federal Flávia Arruda;

•         Advocacia-Geral da União: André Luiz de Almeida Mendonça.

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Comandantes das Forças Armadas estão em reunião para avaliar cenário atual

Os comandantes do Exército, Edson Pujol; da Marinha, Ilques Barbosa Junior e o da Aeronáutica, Antonio Carlos Moretti Bermudez, estão reunidos na noite da segunda-feira (29), segundo fontes, “avaliando o cenário atual”, após a demissão do ministro Fernando Azevedo e Silva.

Existe a possibilidade de uma renúncia coletiva do cargo, mas generais ouvidos pela coluna dizem que essa hipótese ainda é “pouco provável” e traria uma instabilidade muito forte ao país.

Nesta noite, o presidente Jair Bolsonaro confirmou a saída de Azevedo e a escolha do atual ministro da Casa Civil, general Walter Braga Netto, para comandar a Defesa.

Militares ouvidos pela coluna dizem que a chegada de Braga Netto ao ministério da Defesa poderia arrefecer o suposto ímpeto de Bolsonaro em pedir a saída de Pujol do comando do Exército.

Apesar disso, cabe única e exclusivamente ao presidente decidir as nomeações e, como lembrou um general, “ninguém segura o ímpeto do presidente em tomar decisões ruins”.

Caso Braga Netto não consiga manter Pujol no cargo, na avaliação de militares a reação do Alto Comando não seria boa e poderia dificultar a relação do novo titular da Defesa com as Forças.

Braga Netto e Pujol são próximos e, segundo militares, possuem uma boa relação, são da mesma arma (cavalaria) e Braga Netto foi Chefe de Estado-Maior do Exército, com Pujol no comando.

O nome de Braga Netto chegou à caserna, sem unanimidade. Muitos dizem que por ser de uma turma mais nova do que a dos comandantes atuais, o ministro poderia ter dificuldades em ter liderança.

Política do Cerrado com informações do Uol

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Pedido de investigação de policiais que prenderam militantes no DF

“Bolsonaro Genocida”, entre os presos, Rodrigo Pilha

Um dos militantes presos, Rodrigo Pilha foi mantido preso com base numa condenação antiga por desacato. Ele se encontra no Complexo Penitenciário da Papuda

Brasília – Os deputados do Distrito Federal Fábio Félix (PSOL) e Arlete Sampaio (PT) pediram nesta quinta-feira, 25, que o Ministério Público do DF investigue os policiais que prenderam ativistas na semana passada por estenderem faixa “Bolsonaro Genocida”, associando Jair Bolsonaro ao nazismo.

Os manifestantes foram liberados pela Polícia Federal, que não viu relação do protesto com essa lei.

No dia 18, eles foram enquadrados arbitrariamente na Lei de Segurança Nacional. A faixa, além de chamar Bolsonaro de genocida, também carregava uma charge de Renato Aroeira que também foi alvo de ataques do governo, através do ministro da Justiça, André Mendonça.

Os parlamentares pediram que os policiais sejam investigados por abuso de autoridade e improbidade administrativa.

“A censura e a repressão aos protestos e meios de imprensa são expedientes definidores de governos autoritários. Por meio do cerceamento de ideias e da punição das críticas, os autocratas pretendem se perpetuar no poder e fazer prevalecer a noção de que seu governo é imune a críticas”, escreveram Félix, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Casa, e Sampaio.

Eles alegam que o protesto não tinha potencial algum para provocar dano à “integridade territorial e a soberania nacional, o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito, ou mesmo à pessoa dos chefes dos Poderes da União”.

Rodrigo Pilha continua preso

Apesar de ter liberado a maioria dos militantes presos, o ativista petista Rodrigo Pilha continuou preso pela PF em Brasília com base em uma condenação antiga por desacato. O deputado federal Glauber Braga (PSOL) denunciou que “pegaram uma acusação antiga, de 2014, de desacato, que não sabia. Então não teve ampla defesa e estão utilizando isso como justificativa para mantê-lo preso. É pura perseguição política”.

Na sexta-feira, 19, Pilha foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda. Seu irmão, Érico Grassi, publicou, no domingo, 21, um áudio nas redes sociais explicando a situação de seu irmão.

Ele afirmou que, “se tudo ocorrer bem”, Pilha deveria estar em casa na terça. O petista, no entanto, ainda não foi solto.

Militante pela moradia, Thiago Ávila é preso no DF

Nesse cenário de abusos, nesta quinta-feira, 25, o militante, ativista em defesa de moradia e ecossocialista Thiago Ávila foi preso enquanto visitava e filmava uma ação de despejo de famílias no Distrito Federal. Liminar da Justiça proíbe ações deste tipo durante a pandemia de Covid-19.

Ao chegar no local, o subsecretário de operações do DF Legal, Alexandre Bittencourt, deu voz de prisão ao militante, alegando “obstrução, calúnia, desacato e difamação”.

Thiago Ávila foi levado para a 1ª Delegacia de Polícia do DF, mas já está liberado.

Política do Cerrado com Informações do Brasil 247.

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Máscaras para todos: distribuição de máscaras para comunidades de baixa renda

Brasília – Nesta quinta-feira (25), a ONG Fênix Brasil e o senhor Dilei Nunes, presidente da Cooperativa “Cooperfe” que trabalha com reciclagem de materiais diversos na Cidade Estrutural – DF esse encontro foi para entrega de máscaras de proteção contra o coronavírus.

As doações das máscaras foram na sede da Cooperfe e contou com a presença da Gestora Melissa Massayury Assessora Especial da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania – Sejus que pôde conhecer de perto o trabalho extraordinário dos cooperados e cooperadas e também participar do dia a dia da ONG Fênix Brasil.

Foram entregues mais de 450 máscaras para toda a equipe da Coperfe.

As entregas das máscaras fazem parte do Edital “Máscara para todos” com iniciativa do Deputado Distrital Leandro Grass, e da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania – Sejus viabilizada com recursos de emenda parlamentar, que consiste na produção e distribuição de máscaras nas comunidades de baixa renda do DF.

“Foi muito boa essa entrega para os nosso cooperados e ajuda bastante financeiramente e também na proteção da saúde”, relata Dilei Nunes, presidente da Coperfe.

“A pandemia é uma ameaça não só à saúde, mas também ao emprego, à renda, e à dignidade dessa parte mais vulnerável da população. E o edital tem esse objetivo: ser uma fonte de renda para as pessoas das OSCs que produzirão as máscaras e ainda uma forma de entregar um equipamento de proteção para aqueles que não têm condição de comprá-los”, explicou o deputado.

O projeto segue distribuindo mais máscaras para a população da Cidade Estrutural – DF. Segue o endereço da ONG Fênix.

Contato da ONG Fênix Brasil. 61 9446-6420

Contato da Cooperfe. 61 98495-6132

ONG | Fênix Brasil.

CEU – CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSAIS

Há 32 anos mudando vidas

Quadra 03, conjunto 02, casa 05. Setor leste – CEP: 71261-210.

Cidade Estrutural – DF

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Brasil bate 300.000 mortos pela covid-19 e Lira põe impeachment na mesa

Um ano e milhares de vítimas depois, Jair Bolsonaro concorda que Ministério da Saúde tenha um corpo de assessoramento científico. Presidente da Câmara adverte Planalto pela primeira vez: “Os remédios políticos no Parlamento são conhecidos e são todos amargos”.

O Brasil superou a trágica marca dos 300.000 mortos por covid-19 nesta quarta, 24, segundo os dados do próprio Ministério da Saúde. A vergonhosa marca vem no mesmo dia em que o novo ministro, Marcelo Queiroga, falou pela primeira vez como titular da pasta —o quarto do Governo Bolsonaro na pandemia, sucedendo Eduardo Pazuello. Suas posições frustraram quem esperava uma medida radical, para reverter a curva ascendente de mortes no país. Nesta quarta mais de 2.000 mortes, chegando a exatos 300.685 óbitos. Apesar do número assustador, que poucos países carregam, o ministro Queiroga descarta um lockdown nacional para estancar a sangria de mortes no Brasil. “Quem quer o lockdown? Ninguém quer o lockdown. Nós precisamos impor medidas sanitárias eficientes”, disse Queiroga. “Até porque a população não adere ao lockdown. Precisamos de máscaras e distanciamento.”

Se a restrição de circulação já era a solução óbvia há um ano quando o presidente Jair Bolsonaro fez uma transmissão em cadeia nacional de rádio e TV em que minimizava o impacto da covid-19, agora o desgaste político escala com a insistência da cartilha negacionista do Planalto e de seu novo ministro. A pressão dos brasileiros por medidas eficientes já chegou aos ouvidos do presidente nesta terça com um forte panelaço em diversas capitais do Brasil. O panelaço aconteceu enquanto Bolsonaro falava em cadeia nacional sobre o plano de preservar vidas com um ano atraso e mentindo sobre ações tomadas pela vacinação, um emaranhado de atrasos e decisões tida como equivocadas por especialistas. Agora, o Congresso Nacional também cobra ações, quando falta um ano para as eleições de 2022.

Nas últimas semanas, houve ameaças de retaliações em projetos de interesses do Governo no Parlamento caso o presidente não liderasse o combate à pandemia e deixasse de lado as picuinhas políticas de olho no calendário eleitoral. Na tarde desta quarta-feira, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), eleito com o apoio do Planalto, subiu o tom como nunca antes e, ao criticar a gestão da crise, pôs o impeachment na mesa de forma indireta: “Estou apertando hoje um sinal amarelo para quem quiser enxergar”, discursou no plenário da Câmara dos Deputados. “Os remédios políticos no Parlamento são conhecidos e são todos amargos. Alguns, fatais. Muitas vezes são aplicados quando a espiral de erros de avaliação se torna uma escala geométrica incontrolável. Não é esta a intenção desta Presidência.”

Não é uma advertência qualquer. Lira, que lidera o Centrão, o grupo de partidos de centro-direita que se tornou o principal eixo de sustentação parlamentar do Governo, é quem tem o poder de analisar qualquer um das dezenas de pedidos de impeachment contra o presidente ultradireitista e colocar um eventual processo em tramitação. Não foi o único sinal. Mais cedo, o parlamentar cobrou uma atuação mais incisiva do chanceler Ernesto Araújo nas negociações de vacinas e insumos. Foi em uma reunião na manhã desta quarta, quando Bolsonaro reuniu pela primeira vez a cúpula do Congresso, do Judiciário e governadores aliados para se discutir a crise. Lira se deparou com um Araújo, que balança no cargo, calado, e, por fim, afirmou que esse é o momento de retirar a ideologia do combate à pandemia. “Buscamos a união de todos para que possamos nos comunicar melhor e despolitizar a pandemia.”

O “sinal amarelo” do Centrão é de que não quer se associar, sem ponto de fuga, ao presidente que, há um ano, chamou a doença de “gripezinha” e pediu que governadores e prefeitos que iniciavam a implantação de medidas de restrição de circulação naquele momento abandonassem “o conceito de terra arrasada”. Então, o Brasil tinha então 46 mortos e o presidente brasileiro fazia aparições públicas sem máscaras em meio a aglomerações, o que seguiu repetindo durante os últimos meses. Somente agora, o Governo começa a ensaiar uma ação coordenada entre poderes, com um gabinete de crise que deveria ter sido montado no primeiro dia. Ainda assim, segue esbarrando na desorganização: nesta semana, quando o país atinge a vexatória marca de mortes, o Ministério da Saúde chegou a anunciar a mudança na forma de registrar as vítimas da doença, o que levaria a uma diminuição dos dados diários. Após queixas dos Estados, voltou atrás na alteração.

Bolsonaro prometeu criar um comitê nacional de acompanhamento da pandemia, que será composto por representantes do Executivo, de governos estaduais e do Congresso. A mudança, atrasada, vem na sequência do manifesto de um grupo de 1.500 economistas, banqueiros e empresários publicado no final de semana, que cobrava um confinamento nacional bem como o fim do falso dilema entre salvar vidas e recuperar a economia. “A vida vem em primeiro lugar”, disse o presidente na manhã desta quarta. Mas seu método para preservar vidas, como mostrou o novo ministro da Saúde, não casa com a emergência do momento. Bolsonaro deixou claro que, mesmo com a mudança temporária de discurso, ele seguirá defendendo o uso de remédios comprovadamente ineficazes no tratamento da covid-19, como cloroquina e ivermectina. “Tratamos da possibilidade de tratamento precoce, isso fica a cargo do ministro da Saúde, que respeita o direito e o dever do médico [para usar medicamentos] off label para tratar os infectados”, afirmou o presidente após um encontro com o presidente do Supremo Tribunal, Luiz Fux.

A sugestão da criação de um comitê foi feita por parlamentares e apresentada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Na sua fala após o encontro, Pacheco reforçou que quem precisa liderar essa comissão é o presidente da República, mas se colocou à disposição para ser o interlocutor com os governadores dos 27 Estados e do Distrito Federal. “É preciso que estejamos todos imbuídos do propósito colaborativo de união nacional para dar colaboração do Estado brasileiro”, afirmou.

Política do Cerrado com informações do El País

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Em Brasília, apoiadores fazem carreata por aniversário de Bolsonaro

Dezenas de carros participam de uma carreata em Brasília em apoio e em homenagem ao aniversário do presidente Jair Bolsonaro, que faz 66 anos neste domingo. Os manifestantes buzinam e gritam palavras de ordem em apoio ao presidente e contra as medidas de restrição à mobilidade impostas por estados e municípios para combater o avanço da epidemia causada pelo novo coronavírus.

A concentração para o início da carreata foi em frente ao Museu da República, na Esplanada dos Ministérios, região onde também ficam as sedes da Câmara dos Deputados, Senado, Supremo Tribunal Federal e o Palácio da Alvorada. Quatro das seis faixas de uma das pistas do Eixo Monumental estão ocupadas por veículos que fazem parte da carreata.

Segundo os organizadores, a manifestação deverá ir até o Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente. A estimativa de chegada no local é às 14h.

Em transmissões ao vivo da manifestação, apoiadores entoam palavras de ordem contra lockdown, governadores que impuseram toque de recolher para conter os novos casos da Covid-19 e contra a decisão do ministro do STF, Edson Fachin, que anulou condenações ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no âmbito da operação Lava Jato e o tornou elegível.

O GLOBO ainda não conseguiu contato com a PM do Distrito Federal e nem com a Secretaria de Segurança Pública do DF para obter a estimativa de público da carreata.

Política do Cerrado com informações do O Globo

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Competições esportivas estão liberadas no DF

Seguindo os protocolos de segurança sanitária, disputas e treinamentos acontecerão sem a presença de público.

Estão autorizadas as competições esportivas profissionais no Distrito Federal, diante do cumprimento de protocolos e medidas de segurança gerais estabelecidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A medida foi publicada desta sexta-feira (19), por meio do Decreto Nº 41.913, em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

A Secretaria de Esporte e Lazer poderá editar normas complementares de protocolos e medidas de segurança específicos, de acordo com as características de cada competição esportiva, dentro dos protocolos gerais.

As competições e treinamentos retomam novamente sem a presença de público. Entre as determinações instituídas no documento, está o distanciamento mínimo de 2 metros entre os atletas e os demais profissionais, exceto quando estiverem durante as competições e treinamentos; a aferição de temperatura corporal diariamente de todas as pessoas que ingressarem nos respectivos locais, que serão previamente desinfectados e higienizados antes do uso; as pessoas com febre e suspeita de infecção devem ser manter afastadas.

“Saúde e qualidade de vida são as nossas prioridades em um momento delicado como esse. A volta das competições se faz necessária para dar continuidade ao calendário dos nossos atletas. Mas claro, seguindo todos os protocolos de segurança”, destaca a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira.

Já nos vestiários, o tempo de permanência deve ser mínimo assim como a obrigatoriedade do uso de máscara.

Terão acesso aos locais de competição, exclusivamente, as equipes de transmissão, jornalismo e demais atividades necessárias para a sua execução, em número reduzido de profissionais identificados dentro da área de competição.

Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

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Cadê as Emas? Destino das emas está nas mãos do povo

Esculturas símbolo do Recanto das Emas foram retiradas e guardadas por causa da construção do viaduto. O novo local será decidido em enquete 

Consideradas cartão-postal do Recanto das Emas, as esculturas de duas emas que ficavam no balão da entrada principal da cidade vão, em breve, ganhar um novo endereço. Temporariamente, elas estão “sentadinhas” no gramado da administração regional. A mudança de local tem um motivo especial: a construção do tão aguardado viaduto, que vai ligar a RA ao Riacho Fundo II, que há dez anos estava apenas no papel e, há menos de um mês, começou a ser erguido. O novo empreendimento vai desafogar o trânsito e beneficiar os quase 60 mil veículos – dia que trafegam por ali.

“As estátuas marcam a identidade visual da cidade, são um ponto turístico. Todos nós temos muito amor e carinho por elas, por isso estão protegidas na administração”, administrador do Recanto das Emas, Carlos Dalvan

O administrador do Recanto das Emas, Carlos Dalvan, adianta que a nova morada das emas será escolhida pelos moradores, por meio de uma enquete. “Será um local de destaque, próximo ao ponto onde elas foram colocadas pela primeira vez”, informa. “As estátuas marcam a identidade visual da cidade, são um ponto turístico. Todos nós temos muito amor e carinho por elas, por isso estão protegidas na administração”, destaca.

A primeira estrutura, de dois metros de altura e duas toneladas, foi construída pelo artista plástico Carlos Alberto Mendes em 1992. “Eu fazia miniaturas de esculturas para vender na feira permanente. O administrador da época perguntou se eu conseguia fazer uma ema deste tamanho e eu aceitei o desafio e fiz em casa”, lembra. “Durante o transporte dela até o balão, acabaram quebrando as pernas, então montei um ninho para colocá-la”, conta.

No ano seguinte, o também artesão e ator fez outra escultura, afinal o nome da cidade está no plural e a primeira ema precisava de uma companheira. “São 4 metros de altura e 650 quilos. Apesar de maior, ela é oca por dentro, por isso pesa menos. A primeira é cheia de concreto”, explica Carlos Alberto.

Mais conhecido como Roberto da Ema, o morador da cidade não vê a hora das esculturas encontrarem um novo destino e já topou o convite para reformar as peças. “São obras de arte que são como filhas para mim. Enquanto eu viver vou cuidar delas e defendê-las”, se emociona.

Viaduto 

O investimento do viaduto é de R$ 30,9 milhões. A construção do viaduto do Recanto das Emas teve início este mês. A obra, esperada pela população há mais de dez anos, vai resolver os problemas de trânsito em uma região por onde trafegam diariamente cerca de 60 mil veículos. O investimento é de R$ 30,9 milhões, provenientes de recursos do Governo do Distrito Federal (GDF) e vai possibilitar a geração de cerca de 400 empregos.

Durante a inauguração da obra, o governador Ibaneis Rocha assegurou também que será feito o recapeamento das vias. A obra é executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) e consiste em um viaduto a ser erguido no entroncamento do Recanto das Emas com o Riacho Fundo II. O local, que hoje consome tempo dos motoristas que ficam presos no trânsito, em breve será mais uma passagem segura e com qualidade para a população.

Além dos moradores do Recanto das Emas, a obra será feita num trecho da Estrada Parque Contorno (DF-001) que também vai beneficiar quem vem do Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Samambaia, Gama e Santa Maria.

Política do Cerrado com informações da agencia Brasília.

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Justiça vê elo de militares que estavam no GSI com tráfico de drogas em avião da FAB

O sargento da Aeronáutica Jorge Luiz da Cruz Silva, está preso desde a manhã desta quinta-feira (18) no comando da corporação em Brasília.  O Sargento foi preso pela PF, mas como ainda é militar fica detido no quartel.

Jorge Luiz era o homem de confiança do vice-governador do DF, Paco Britto, até ser exonerado em fevereiro de 2021. O militar foi exonerado quando a PF descobriu que ele fazia parte da quadrilha do tráfico de drogas em aviões da Presidência da República.

A PCDF estourou um bingo clandestino em dezembro no Paranoá. Ao estourar o bingo a PC descobriu vários policiais militares da ativa e reserva dando segurança a ilegalidade. Até então não se sabia de quem era o bingo

O esquema criminoso rendia até R$ 100 mil por noite e era frequentado pela elite do Lago Sul. Para os policiais civis não dava para entender, porque, ricaços frequentavam uma das regiões mais pobres e violentas do DF à noite. 

A PF aprendeu na operação de hoje vários aparelhos celulares de Jorge. O conteúdo descoberto é nitroglicerina pura. O sargento Jorge é o dono do bingo.

Vem muita, mas muitas sirenes por aí. Mensagens de blogueiro e PMs comprometem o vice-governador.

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Uma população dizimada: O DF confirma mais morte pelo Covid 19

Cruel.

O DF confirma nesta segunda-feira (15) mais 29 mortes pela Covid 19

5.145 óbitos

2.056 novas infecções.

15.964 ativos

297.890

Recuperados

319.936 infectados

145.583 homens

174.356 mulheres

Vítimas-

Brazlândia – 01

Ceilândia – 07

Cruzeiro – 01

Guará – 01

Lago Sul – 01

Planaltina – 02

Riacho Fundo I – 01

Samambaia – 03

Sobradinho I – 03

Sobradinho II – 02

Taguatinga  – 04

Vicente Pires – 02

Entorno – 01

Menor de 02 anos – 1.970 casos

De 02 a 10 anos – 6.964

De 11 a 19 anos – 16.924

De 20 a 28 anos – 58.067

De 30 a 39 anos – 82.827

De 40 a 49 anos – 69.318

De 50 a 59 anos – 44.419

De 60 a 69 anos – 22.908

De 70 a 79 anos – 11.005

Maior de 80 anos – 5.533 com 1.310 óbitos

Ceilândia chega 865 óbitos.

Todas as regiões do DF em alerta roxo

Leitos de UTIs  100% ocupados.

O Brasil registra 1.157 novas mortes e chega a 279.286 óbitos.

O mimimi e a frescura continuam dizimando a nossa população.

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Apoiadores de Bolsonaro fazem carreata em Brasília contra governadores

Mesmo com gasolina perto dos 7 reais, apoiadores de Jair Bolsonaro realizam, neste momento, carreata em Brasília em defesa do presidente, contra governadores e contra o “lockdown” (que não existe no Brasil).

Centenas de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro realizam carreata na Esplanada dos Ministérios com cobranças aos governadores que têm determinado medidas mais duras de isolamento social em meio ao recrudescimento da pandemia de covid-19 no País. Os manifestantes também repetem críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal ( STF ) e inclusivo há cartaz solicitar “Intervenção Militar”, o que é inconstitucional.

Desde a semana passada, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, impôs um bloqueio na capital federal, na tentativa de reduzir o crescimento do volume de contágios e óbitos por covid-19. A carreata bolsonarista se concentra no Museu Nacional às 10h e partiu em direção ao Congresso Nacional.

A Polícia Militar do DF impediu que um carro de som estacionasse em frente ao Parlamento, para evitar aglomerações. Embora algumas pessoas estivessem sem máscaras, os organizadores do movimento por diversas vezes orientaram os manifestantes a usarem o equipamento de proteção.

Recém-empossada como presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, a deputada Bia Kicis (PSL-DF) compartilhou em suas redes sociais um vídeo da carreata feita por terceiros.

A presidente da Comissão do Meio Ambiente, deputada Carla Zambelli (PSL-SP), convoca os manifestantes para carreatas nas capitais, com destaque para São Paulo, onde o movimento está previsto para sair às 12h do Parque do Ibirapuera em direção à Avenida Paulista.

Já o deputado Éder Mauro (PSD-PA) participa de manifestação em Belém, onde foi fotografado sem máscara em meio a uma aglomeração de pessoas. No Rio, um grupo de manifestantes aproveita as vias fechadas da avenida Atlântica, na praia de Copacabana, para mostrar seu apoio ao presidente desfilando a pé.

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Rambo ou Zé Gotinha? Agora o personagem porta fuzil

Darlan Rosa afirma ter ficado triste e indignado ao ver publicação do zero três

Criador do Zé Gotinha, o artista plástico Darlan Rosa reprovou uma publicação de Eduardo Bolsonaro em que o personagem aparece segurando um fuzil.

Para Darlan, o personagem foi criado para educar e não deveria ter sua imagem associada a armas.

“Fiquei muito indignado e triste. O Zé Gotinha foi um personagem criado para fins educativos, para ensinar crianças que a vacina é um bem que precisa ser usado e que a educação se faz pelo exemplo. Esse cartum é um péssimo exemplo. A imagem do Zé Gotinha não tem nada a ver com a imagem de armas”, disse o artista plástico à coluna.

A postagem de Eduardo foi feita nesta sexta-feira e traz a legenda: “Nossa arma é a vacina”.

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Esculhambação: Petrobras anuncia o sexto aumento no preço dos combustíveis em 2021

A Petrobras anunciou, nesta segunda-feira, o sexto aumento dos combustíveis em 2021 alta de 8,8% na gasolina e 5,2% no diesel. Virou esculhambação, pois, mais uma vez, a estatal reajusta o preço da gasolina e do óleo diesel de maneira descarada. Com isso, a inflação de alimentos vai subir, pois, quando aumentam os combustíveis, todos os preços aumentam em efeito cascata.

E o presidente Bolsonaro continua mentindo ao culpar governadores, em razão do ICMS. Na verdade, como venho dizendo desde sempre, a culpa pelos constantes aumentos é da Petrobras, que mantém o preço dos combustíveis dolarizado para agradar aos investidores internacionais.

Também têm culpa os proprietários de postos de abastecimento que, com sua ganância desenfreada, embutem o seu próprio aumento quando dos anúncios de reajuste da estatal. Não custa lembrar que cada 1 centavo de aumento na gasolina no DF, corresponde a R$ 1 milhão em lucro para os postos.

Esse novo aumento nos combustíveis reflete a indecência e a imoralidade desse governo de espoliadores.

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20 anos depois: Iniciada obra do viaduto do Recanto das Emas

Aguardada há décadas pelos moradores da cidade, construção deve ser concluída em um ano e gerar cerca de 400 empregos

A construção do tão aguardado viaduto do Recanto das Emas teve início nesta sexta-feira (5). A obra, esperada pela população há mais de dez anos, vai resolver os problemas de trânsito em uma região por onde trafegam diariamente cerca 60 mil veículos.

O investimento é de R$ 30,9 milhões, provenientes de recursos do Governo do Distrito Federal (GDF) que vão possibilitar a geração de cerca de 400 empregos. Na manhã desta sexta, o governador Ibaneis Rocha esteve no local para o lançamento dos trabalhos, que têm previsão de durar um ano até a conclusão.

“A obra é muito importante e vai beneficiar uma população enorme aqui do Recanto das Emas e do Riacho Fundo, além do pessoal que visita a cidade e vai até o Gama. Estamos trabalhando desde o início do governo para liberar essa obra, que se inicia hoje e que certamente vai entrar para história de toda a região. Estamos muito felizes com isso”, disse o governador Ibaneis Rocha.

“Estamos trabalhando desde o início do governo para liberar essa obra, que se inicia hoje e que certamente vai entrar para história de toda a região. Estamos muito felizes com isso” Governador Ibaneis Rocha

O chefe do Executivo local assegurou também que será feito o recapeamento de vias na região. A obra é executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) e consiste em um viaduto a ser erguido no entroncamento do Recanto das Emas com o Riacho Fundo II. O local, que hoje consome tempo dos motoristas que ficam presos no trânsito, em breve será mais uma passagem segura e com qualidade para a população.

Além dos moradores do Recanto das Emas, a obra será feita num trecho da Estrada Parque Contorno (DF-001) que também vai beneficiar quem vem do Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Samambaia, Gama e Santa Maria.

“Esse entroncamento é muito importante, porque liga o Recanto das Emas ao Riacho Fundo. Hoje, iniciamos as obras pelas vias marginais para que a gente possa desviar o trânsito para essas vias e iniciar a obra da estrutura do viaduto. É uma obra complexa que vai dar desgaste, mas pedimos a compreensão da população”, destacou o diretor-geral do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior.

“A ideia é sempre melhorar a mobilidade da cidade. Sabemos que essas obras que trazem maior fluidez, então o investimento nesse tipo de infraestrutura é importante”, pontuou o secretário de Mobilidade, Valter Casimiro.

Morador do Recanto das Emas há três anos, o comerciante Antônio Araújo, 48 anos, comemora o início das obras. “Vai melhorar muito aqui para nós moradores do Recanto das Emas, do Riacho Fundo e também do Gama. Já vi muitos engarrafamentos e acidentes nesse tempo que moro aqui, então o viaduto vem em boa hora”, acredita.

Cuidado com a cidade

A construção de viadutos e pontes é fundamental para a melhoria no tráfego, além de movimentar a economia ao gerar emprego e renda. Entre 2019 e 2020, o GDF investiu mais de R$ 160 milhões em reformas e construções de travessias em várias regiões administrativas.

Todos os 24 viadutos das tesourinhas da Asa Norte, por exemplo, foram reformados em 2020. Na Asa Sul, 12 viadutos de tesourinhas já foram entregues. São estruturas que nunca tinham passado por reparos desse porte.

Na Estrada Setor Policial Sul (ESPM), dois viadutos estão sendo erguidos para dar maior fluidez ao trânsito da região. Em Vicente Pires também há obras, com a construção de duas pontes, uma delas ligando a Rua 4 à Avenida da Misericórdia e a outra conectando as Ruas 1 e 3B.

Entre 2019 e 2020, GDF investiu mais de R$ 160 milhões em reformas e construções de travessias.

Outra estrutura reformada foi o guarda-corpo do viaduto Ayrton Senna, localizado na Estrada Parque Ceilândia (EPCL / DF-095), no entroncamento com a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia/DF-003). Por lá, 120 mil veículos passam todos os dias, sendo 50 mil sobre o elevado e 70 mil na parte de baixo. O trabalho concluído reforça a importância dessa estrutura.

Política do Cerrado com informações da Agencia Brasília de comunicação

Destaque

Comunidade de Água Quente ganha rede de drenagem

Próxima ao Recanto das Emas, área ganhou manutenção de vias, além do escoamento seguro das águas da chuva. Mais de 30 mil moradores serão beneficiados

As fortes chuvas que caíram no Distrito Federal nas últimas semanas causaram muito transtorno para os moradores do Setor Habitacional Água Quente, localizada nas proximidades do Recanto das Emas. Com a estiagem, o GDF Presente está atuando desde o início desta semana para resolver as demandas locais.

A principal ação é a construção de uma rede fluvial para o escoamento da água parada que vai permitir o trânsito dos moradores e evitar a proliferação do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue.

Sem um sistema de drenagem, a água da chuva ficou concentrada em grandes bolsões, principalmente em frente ao comércio local. Além de dificultar a locomoção dos moradores, havia o risco de a água parada se transformar em um grande foco do mosquito transmissor da dengue. O perigo era grande, também porque colocava as crianças em risco, já que elas aproveitavam uma área livre próxima para brincarem.

“O trabalho que está sendo feito aqui é de qualidade e vai realmente melhorar o setor. As necessidades eram grandes, mas agora vai ficar bem melhor para todo mundo transitar” Raimundo Nonato, líder comunitário

GDF Presente concentrou os trabalhos na localidade, que tem cerca de 30 mil moradores. Os serviços incluíram também a realização de obras de terraplanagem para desobstruir e nivelar as ruas internas que não são pavimentadas. Mais de 300 toneladas de material grosso, formado pelos restos de entulhos e calçadas compactados, foram utilizados no trabalho.

O vaivém dos 10 caminhões no local, que fizeram pelo menos três descarregamentos de material, cada, empolgou quem acompanhava os trabalhos com olhos de lupa, como o líder comunitário Raimundo Nonato.

Chuvas penalizam comunidade

Raimundo Nonato foi enfático, afirmando que a população do Setor Habitacional Água Quente é muito carente e que os estragos causados pelas chuvas penalizaram ainda mais a comunidade. “O trabalho que está sendo feito aqui é de qualidade e vai realmente melhorar o setor. As necessidades eram grandes, mas agora vai ficar bem melhor para todo mundo transitar”, disse o líder comunitário.

“Temos aqui uma equipe de trabalho multidisciplinar, uma verdadeira força-tarefa, cada um fazendo um pouco para melhorar a localidade” Valmir Lemos de Oliveira, secretário das Cidades

O secretário das Cidades, Valmir Lemos de Oliveira, acompanhou os serviços no local. De acordo com a sua avaliação, as ruas internas já tiveram uma melhora de 70% a 80%, desde segunda-feira, quando começaram as obras. “Temos aqui uma equipe de trabalho multidisciplinar, uma verdadeira força-tarefa, cada um fazendo um pouco para melhorar a localidade. E eu estou aqui somente para verificar o que o Rodrigo (coordenador do Polo Central Adjacente II) precisa para a semana seguinte”, brincou o secretário.

Para o administrador do Recanto das Emas, Carlos Dalvan Soares de Oliveira, as ações do GDF Presente sempre contribuem para a melhoria de infraestrutura e de manutenção dos serviços. “O GDF Presente consegue atender e impactar na qualidade de vida dos cidadãos”, resumiu o administrador.

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Leandro Grass pede assinaturas para CPI do Iges-DF

Em sessão remota da Câmara Legislativa, nesta quarta-feira (3), o deputado Leandro Grass (Rede) defendeu, mais uma vez, a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar denúncias envolvendo o Iges-DF. O instituto é o responsável pela gestão do Hospital de Base, Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e seis unidades de pronto-atendimento (UPAs) no DF. O parlamentar pediu que os colegas assinem o requerimento da CPI, que conta com a adesão de sete distritais.

“Precisamos aprofundar as investigações das irregularidades denunciadas, como a superfaturamento de contratos, os casos de nepotismo e a farra do cartão corporativo”, justificou. Grass reforçou que a instauração da CPI não é para “fazer palco político”: “É uma prerrogativa desse parlamento investigar o uso dos recursos públicos, não deixar que o dinheiro do povo escoe pelo duto, pela torneira da corrupção”.

“Está na hora de instalar essa CPI, o Iges é uma caixinha preta que precisa ser aberta por nós. Espero que esta legislatura não seja marcada como covarde”, afirmou a deputada Júlia Lucy (Novo).

O deputado Professor Reginaldo Veras (PDT) também reforçou o pedido de adesão à instauração da CPI: “Assinem, vamos investigar. Quem não deve não teme. É a oportunidade de o governo se defender”.

Para o requerimento seguir adiante, ele precisa contar com a assinatura, de no mínimo, oito parlamentares.

Política do Cerrado com informações da CLDF

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Petrobras diz que quatro conselheiros rejeitam recondução ao cargo

A Petrobras informou que quatro dos membros de seu conselho de administração rejeitaram indicação para recondução aos cargos, prevista para ser confirmada na próxima assembleia-geral extraordinária da companhia.

Os conselheiros João Cox Neto, Nivio Ziviani, Paulo Cesar de Souza e Silva e Omar Carneiro da Cunha deixarão o colegiado, disse a estatal em comunicado ao mercado divulgado na noite de terça-feira.

A decisão dos membros do conselho ocorre após o presidente Jair Bolsonaro ter indicado em 19 de fevereiro um novo presidente para a Petrobras, o general reformado Joaquim Silva e Luna, que deve assumir o posto após o final do mandato do atual CEO, Roberto Castello Branco.

A indicação de Luna veio após reclamações de Bolsonaro sobre a política de preços da Petrobras, em meio a reajustes nos valores dos combustíveis.

O conselheiro Cunha disse, em mensagem dirigida ao presidente do conselho, que decidiu sair após o governo anunciar a mudança no comando da estatal.

“Em virtude dos recentes acontecimentos relacionados às alterações na alta administração da Petrobras, e os posicionamentos externados pelo representante maior do acionista controlador da mesma, não me sinto na posição de aceitar a recondução de meu nome como conselheiro desta renomada empresa, na qual tive o privilégio de servir nos últimos sete meses”, afirmou ele, conforme divulgado pela Petrobras.

“A mudança proposta pelo acionista majoritário, embora amparada nos preceitos societários, não se coaduna com as melhores práticas de gestão, nas quais procuro guiar minha trajetória empresarial”, acrescentou ele.

Souza e Silva disse que eu mandato foi “interrompido inesperadamente” e registrou “respeito e reconhecimento pelo excelente trabalho desenvolvido pela diretoria executiva e pelos funcionários”, segundo a Petrobras.

Já Neto e Ziviani informaram apenas que não aceitaram a recondução proposta pelo governo “por razões pessoais”, disse a companhia no comunicado.

A recondução dos conselheiros havia sido proposta pela União em ofício do Ministério de Minas e Energia em 19 de fevereiro.

A Petrobras acrescentou ainda que eventuais substitutos indicados pelo governo para as cadeiras no conselho “serão submetidos ao processo de análise de gestão e integridade da companhia e objeto de análise pelo Comitê de Pessoas”.

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Jorge Vianna rebate “ataques” de administrador e faz balanço de emendas à Samambaia

O deputado Jorge Vianna (Podemos), na sessão extraordinária da Câmara Legislativa desta terça-feira (2), denunciou que está sofrendo “perseguição política” por parte do administrador de Samambaia, Gustavo Aires, e ressaltou seu compromisso com a população local. Ele disse que destinou R$ 500 mil para iluminação pública da cidade e que a emenda não foi executada, apesar de ter sido liberada em outubro. Ao divulgar reportagem que confirma a destinação do recurso, ele teria sido “atacado” por Aires nas redes sociais. “O administrador, por não gostar de mim por eu ser deputado, já que ele possivelmente vai ser candidato, não executa minhas emendas”. 

O distrital aproveitou para fazer um balanço dos recursos que ele destinou para Samambaia nos últimos anos. De acordo com ele, apenas de emendas executadas em 2019 foram R$ 300 mil para o Hospital Regional; R$ 580 mil para escolas; e R$ 880 mil para construção de calçadas. Em 2020, R$ 620 mil para o Hospital; R$ 407 mil para construção da base do Samu; R$ 910 mil para escolas da cidade; R$ 1 milhão para urbanização; R$ 200 mil para habitação; e os R$ 500 mil da iluminação. “Eu sou deputado de todo DF, mas tenho um carinho especial por Samambaia”, afirmou o deputado.

Logo após a fala, o presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças, Agaciel Maia (PL), destacou o empenho de Jorge Vianna para garantir recursos à Samambaia. “Como relator do Orçamento, eu quero convalidar tudo que ele falou a respeito da destinação de verbas, tendo em vista que eu mesmo atendo o deputado inúmeras vezes com reivindicação para a cidade”.

Política do Cerrado com informações da CLDF

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Governo não usa R$ 80 bi, e gasto no pico da crise é lento

Plano mínimo: Jair Bolsonaro desperdiçou, até aqui, as oportunidades que ganhou com a vitória nas eleições para o comando do Congresso e com o início da vacinação, que poderia atenuar o desastre de seu governo na gestão da pandemia. As perspectivas de uma gestão racional do que resta de seu mandato permanecem pouco promissoras. O mandatário se mostra infenso ao planejamento e ao mero interesse pragmático na sobrevivência de sua administração, que, passado um mês do reinício do ano político, vive renovado desarranjo.

O morticínio da Covid-19 agora supera os piores números de 2020. Há risco de que se multipliquem variantes mais contagiosas ou letais do vírus. Sem controle, a doença pode abater também a expectativa de crescimento de 2021, que ora segue trajetória de queda e ronda muito modestos 3,3%. Bolsonaro tumultuou o ambiente com seus novos decretos sobre armas e ameaças de “meter o dedo” em estatais, que levou a cabo na Petrobras, espalhando desconfiança geral de intervencionismo e degradando o crédito das empresas nacionais e do governo.

Em vez de ter preparado um plano de novo auxílio emergencial, em discussão desde setembro do ano passado, o governo improvisou e agregou à medida um tardio e politicamente mal articulado ajuste orçamentário. Como era de esperar, o plano corre o risco de ser abandonado pelos parlamentares.


Trata-se, cumpre ressaltar, de medidas mínimas para manter a viabilidade do teto para os gastos inscrito na Constituição e evitar o grave risco de apagão da máquina federal. No momento, nem mesmo há Orçamento aprovado para o ano. Tal cenário torna irrealista uma agenda mais ambiciosa —que deveria incluir, além de ampla reforma do Estado, a reversão do desmonte em áreas fundamentais como educação, meio ambiente e relações exteriores.

Resta, de imediato, defender medidas de redução de danos e alguns avanços pontuais.

O mais urgente e óbvio é a vacinação em massa, com a maior celeridade possível, da qual o país depende para interromper a escalada macabra da Covid-19 e retomar alguma perspectiva de normalidade. Enquanto isso, é imperativo amparar famílias carentes e trabalhadores informais que perdem renda na pandemia.

O auxílio emergencial deve ser reformulado com foco mais preciso e a contrapartida de um programa mínimo de reequilíbrio orçamentário. Aperfeiçoamentos regulatórios em setores como energia e saneamento, bem como concessões e, quem sabe, vendas de estatais, compõem o plano de sobrevivência até 2022. É pouco diante das necessidades do país, mas não diante das capacidades de Bolsonaro.

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Daniel Silveira sente abandono de colegas e critica base governista na PEC da Imunidade: ‘Fui boi de piranha’

Mantido preso por 364 votos, deputado, que se diz ‘em Guantánamo’, reclamou de parlamentares que ratificaram sua detenção na semana passada e, ontem, aprovaram “às pressas” texto que barraria sua prisão

BRASÍLIA – O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) reclamou de parlamentares da base do governo de Jair Bolsonaro que na semana passada votaram pela sua prisão e, ontem, pela aprovação da chamada PEC da Imunidade. O texto, se já estivesse em vigor, impediria sua prisão, determinada na semana passada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A reclamação é direcionada principalmente a deputados do Centrão, grupo que tem conquistado cada vez mais espaço no Planalto.

Segundo interlocutores que o visitaram na prisão, Silveira, que se sente abandonado, afirmou que foi usado como “boi de piranha” para apaziguar a relação entre Congresso e STF. Para Silveira, foi incoerente o plenário da Câmara decidir por 364 votos mantê-lo preso e, na semana seguinte, aprovar “às pressas” por 304 votos as mudanças na Constituição que o protegeriam. Ele avalia que a Câmara, que conta com 513 deputados, estaria atuando para se proteger, mas não para protegê-lo.

Silveira também se mostrou desesperançoso com a possibilidade de conseguir algum habeas corpus para deixar a prisão. De acordo com ele, como Câmara e STF já consideraram sua prisão legal, não há nenhum aspecto jurídico que possa ser usado por sua defesa. Hoje, a principal esperança demonstrada pelo deputado é de que sua prisão seja transformada em domiciliar.

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GDF investe R$ 35 milhões para reformar feiras

Anúncio foi feito durante cerimônia que prorrogou a suspensão da cobrança do preço público a feirantes, ambulantes e quiosqueiros

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai investir R$ 35 milhões para reformar nove feiras da capital. O anúncio das obras foi feito nesta quarta-feira (24), durante a cerimônia que marcou a prorrogação, até 31 de junho de 2021, da suspensão da cobrança de pagamento de preço público para feirantes, ambulantes e quiosqueiros que ocupam áreas públicas. Ambas as medidas foram comemoradas por representantes dessas categorias presentes ao ato, no Palácio do Buriti.

Neste primeiro momento serão contempladas as seguintes feiras: Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Riacho Fundo, Gama, Taguatinga (M Norte), São Sebastião, Santa Maria, Cruzeiro e Sobradinho. Destas, já estão passando por reparos as unidades da Candangolândia, Riacho Fundo, Gama e M Norte. As outras serão reformadas na sequência.

“São R$ 35 milhões para o maior programa de reforma de feiras da história do DF. Vamos começar a reforma pelos pisos, boxes e depois que passar o período de chuvas corrigir os telhados”, afirmou o governador Ibaneis Rocha ao comentar a importância dessas obras.

“São R$ 35 milhões para o maior programa de reforma de feiras da história do DF. Vamos começar a reforma pelos pisos, boxes e depois que passar o período de chuvas corrigir os telhados”. Governador Ibaneis Rocha

“A população do DF tem pelas feiras um respeito muito grande. As famílias, aos finais de semana, frequentam as feiras para adquirir seus produtos. Buscamos uma parceria para trazer melhorias para esses espaços, que estavam em sua maioria abandonados. Faremos um grande plano de renovação dessas feiras”, acrescenta o chefe do Executivo local.

As obras são empreendidas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O presidente da companhia, Fernando Leite, lembra que os trabalhos atendem uma demanda antiga dos feirantes.

“É uma notícia excelente para esse público. Os investimentos contemplam uma lista grande, que chamamos de plano de necessidades, para consertar tudo aquilo que eles necessitam. A reforma contempla piso, banheiro, telhado, instalações elétricas e hidráulicas, segurança, acessibilidade, cercamento, entre outros serviços”, explica o gestor.

Suspensão da cobrança de preço público

Também nesta quarta-feira, o governo anunciou a prorrogação da suspensão da cobrança do pagamento de preço público até 31 de junho deste ano.  Ratificada por meio de um decreto a medida, beneficia milhares de feirantes, quiosqueiros, donos de bancas, produtores e ambulantes. O texto passa a valer quando for publicado no Diário Oficial do DF (DODF), nos próximos dias.

O decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha regulamenta a Lei nº 6.576/2020, que autoriza o Poder Executivo a prorrogar, suspender ou isentar de pagamento de preço público durante situações de calamidade pública e desastre.

O texto representa um alívio econômico em tempos difíceis e abrange todos os autorizatários, permissionários ou concessionários ocupantes de feiras livres e permanentes, shoppings populares, quiosques, lojas em terminais rodoviários e metroviários, galerias, trailers, bancas de jornais e revistas, faixas de domínio do sistema rodoviário do Distrito Federal, da Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa) e de parques públicos, bem como o comércio ambulante em geral.

Confira, abaixo, os beneficiados pelo decreto:

  • 38 feiras permanentes e shoppings populares;
  • 17 mil feirantes;
  • 3. 456 bancas de jornais;
  • 5.600 quiosqueiros;
  • 271 mobiliários urbanos em terminais rodoviários;
  • 400 produtores da Ceasa;
  • 900 quiosques na área de domínio do DER;
  • Ambulantes.

Também fica suspensa a cobrança do pagamento das parcelas referentes aos acordos firmados em razão de atraso ou inadimplemento do preço público entre a administração pública e esses profissionais. Também não haverá incidência de juros ou correção monetária no preço público, ou em parcelas já acordadas com o Poder Público, durante o período previsto no decreto.

A suspensão do pagamento está prevista em situações de calamidade pública e desastre.

A suspensão do pagamento está prevista em situações de calamidade pública e desastre. Elas se caracterizam por eventos anormais decorrentes de baixas ou altas temperaturas, tempestades, enchentes, inversão térmica, desabamentos, incêndios, epidemias ou pandemias, causadores de sérios danos à região afetada, inclusive à segurança, e outras situações imprevistas ou decorrentes de caso fortuito.

Para o presidente da União dos Proprietários de Trailers, Quiosques e Similares do DF (Unitrailers-DF), Luiz Ribeiro, a prorrogação é fundamental. “A pandemia veio, e nossos estabelecimentos ficaram fechados por muito tempo. É de suma importância esse ato do governo para aquecermos a economia. Se você imaginar que dentro de cada quiosque nós temos uma família e a geração de, no mínimo, cinco empregos em cada quiosque, temos um número muito grande de pessoas atingidas. Nós somos em torno de 25 mil permissionários; então, se multiplicar por cinco, vai além de 100 mil pessoas”, analisa.

O presidente do Sindicato dos Feirantes do DF (Sindifeira-DF), Francisco Valdenir Machado Elias, reforça a avaliação de Luiz Ribeiro: “Chega em boa hora, porque estamos passando muita dificuldade dentro das feiras para honrar nossos compromissos. É uma medida muito boa para os feirantes do DF”.

O que é preço público?

O preço público é o pagamento que permissionários fazem pela utilização da área no exercício de sua atividade econômica, seja ela quiosque, trailer ou banca de feira. A arrecadação é feita em conta única do Tesouro do DF, e sua cobrança e/ou recolhimento não asseguram ao ocupante a regularização da ocupação ou a emissão do Termo de Permissão de Uso, como explica o artigo 2º de ambas as portarias.

E quando voltar à normalidade?

Quando a situação de calamidade passar, os permissionários vão encontrar uma nova realidade. Duas portarias conjuntas publicadas no Diário Oficial pelo DF Legal e as secretarias de Economia e de Governo aperfeiçoaram o cadastro e a cobrança do preço público por quiosques, trailers e bancas de feiras. Todos os procedimentos serão feitos exclusivamente por meio do Sistema Integrado de Serviços e Ações Fiscais (Sisaf), disponibilizado pelo DF Legal.

A medida significa um avanço para a administração pública, que terá um cadastro mais atualizado e fidedigno desses profissionais, além de um sistema de cobrança mais eficiente. A plataforma não é nova, mas era utilizada somente pela pasta. Até o ano passado, as administrações regionais também emitiam boletos para pagamento do preço público. Agora, a cobrança e a arrecadação serão unificadas e gerenciadas pelo Sisaf.

As duas portarias também definem que, além do DF Legal, o acesso ao sistema será compartilhado com as administrações regionais e as secretarias de Economia e Executiva das Cidades.

Política do Cerrado com informações da Agência Brasília de comunicação

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Aglomeração chama a atenção na Câmara dos Deputados

Com a volta dos trabalhos presenciais, a Câmara dos Deputados estava lotada ontem (23/2). Muita gente na fila para entrar nos anexos e circulando nos corredores sem respeitar o distanciamento. A maioria dos servidores estava de máscara, mas a aglomeração era evidente, um cenário que coloca em risco não apenas a saúde de quem cumpre expediente no Congresso, mas também familiares e pessoas que convivem com os servidores, em um momento em que os hospitais estão sobrecarregados, contam-se quase 5 mil mortos pela covid-19, novas cepas do novo coronavírus estão circulando no país e faltam vacinas.

Restrições para os mais frágeis

Por determinação do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), os servidores estão sendo obrigados a voltar ao trabalho presencial. A Mesa Diretora da Câmara publicou um ato na última segunda-feira com as regras: distanciamento físico de 1,5 metro no ambiente de trabalho, regime de revezamento de turnos e uso obrigatório de máscara. Até que sejam imunizados contra covid-19, permanecerão em trabalho remoto servidores com mais de 60 anos, grávidas ou amamentando, pais de recém-nascidos, servidores que tenham passado por intervenção cirúrgica ou tratamentos de saúde que causem diminuição da imunidade, além de pessoas com doenças crônicas ou outras comorbidades. Apesar das restrições, a Câmara é uma cidade por onde transitam cerca de três mil pessoas em dias de votação, de todas as partes do Brasil.

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Carreata Fora Bolsonaro em Brasília

Manifestantes fazem ato contra Bolsonaro no DF – Pede impeachment de Bolsonaro, vacina contra a covid-19 e auxílio emergencial

O protesto foi organizado pela Frente Brasil Popular, iniciativa composta por uma série de movimentos sociais. Entre eles, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, juntamente com o Partido dos Trabalhadores do Distrito Federal (PT DF) e as Centrais Sindicais.

A manifestação ocorreu em mais de 70 cidades do país e no exterior durante todo o fim de semana como parte da programação nacional.

Em Brasília o grupo se concentrou em um estacionamento na via S1, próximo à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), por volta das 9h30, e seguiram para a Esplanada dos Ministérios neste domingo (21), com a participação de centenas de veículos, motos e bicicletas, para denunciar a inércia do governo federal durante a pandemia.

Carreatas foram organizadas nas cidades e regiões administrativas de Brasília e se reuniram na Esplanada dos Ministérios, seguindo até o Congresso.

De acordo com os organizadores, o descaso com a aquisição e distribuição das vacinas contra a covid-19 por parte do governo federal o torna responsável pelos mais de 245 mil mortos em decorrência do Coronavírus no Brasil. Também, com a economia paralisada e milhares de pessoas passando fome – é urgente a retomada do auxílio.

Além de pedir a saída de Bolsonaro, o grupo pediu também o impeachment do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB). Além disso, solicitaram a volta do auxílio emergencial de R$600, a vacina para todos e defenderam o serviço público de saúde.

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Câmara decide manter prisão do deputado Daniel Silveira

Foram 364 votos a favor e 130 votos contra

A Câmara dos Deputados decidiu manter a prisão em flagrante e sem fiança do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), detido desde terça-feira (16) no âmbito de inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga notícias falsas (fake news), calúnias, ameaças e infrações contra o tribunal e seus membros. A decisão foi transformada em resolução promulgada na própria sessão.

Foram 364 votos a favor do parecer da relatora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputada Magda Mofatto (PL-GO), que recomendou a manutenção da prisão considerando “gravíssimas” as acusações imputadas ao parlamentar. Foram 130 votos contra e 3 abstenções.

Daniel Silveira gravou e divulgou vídeo em que faz críticas aos ministros do Supremo, defende o Ato Institucional nº 5 (AI-5) e a substituição imediata de seus integrantes.

Após a prisão determinada pelo ministro Alexandre de Moraes e referendada pelo Supremo, coube à Câmara decidir se ele continua preso ou não, conforme determina a Constituição.

Confira como votou cada deputado

Comportamento frequente
A relatora ressaltou que nenhuma autoridade está imune a críticas, mas “é preciso traçar uma linha clara entre uma crítica contundente e um verdadeiro ataque às instituições democráticas”. Ela afirmou que o comportamento de Daniel Silveira tem se mostrado frequente no ataque a minorias e ao Estado democrático de Direito.

Magda Mofatto leu a transcrição do vídeo, no qual Silveira declara, por exemplo, que o ministro Edson Fachin deveria “levar uma surra”, usando palavras de baixo calão e reafirmando opiniões relacionadas à defesa da cassação dos ministros do STF, como foi feito na ditadura militar.

Para a relatora, essas ameaças visam a impedir o livre exercício de um Poder da União, devendo ser enquadradas na Lei de Segurança Nacional porque têm a intenção de “intimidar os ministros do Supremo Tribunal Federal e de criar animosidade entre a Corte e as Forças Armadas”.

Decisão técnica
Daniel Silveira afirmou em sua defesa que a discussão sobre sua prisão deve ser técnica. “Peço aos pares que não relativizem a imunidade parlamentar. Por mais duras que sejam as falas, o amadurecimento político vem depois”, disse. Ele e seu advogado, Maurizio Rodrigues Spinelli, tiveram 45 minutos cada um para apresentar sua defesa durante a sessão.

“Li e reli a decisão do STF e ela está completamente equivocada, esse é o mérito da discussão. Se vamos apaziguar a Casa, não será com esse discurso beligerante. Me exauri nas minhas palavras, mas me impressiona o avanço para o totalitarismo de um dos Poderes”, disse o parlamentar.

Spinelli defendeu o Conselho de Ética como o foro adequado para discutir a atitude de seu cliente. “É compreensível que muitos deputados tenham se sentido ofendidos pelo tom, pelos gestos do deputado, mas nada disso justifica que se abra mão de reparar esse episódio na própria Câmara dos Deputados”, afirmou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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MPF denuncia deputado federal por coação no curso do processo aos ministros do STF

Daniel Silveira também incitou animosidade entre Forças Armadas e STF, condutas que não estão protegidas pela imunidade parlamentar

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou ao Supremo Tribunal Federal (SFT) o deputado federal Daniel Silveira (PSL/RJ) sob a acusação de praticar agressões verbais e graves ameaças contra ministros da Corte para favorecer interesse próprio, em três ocasiões, incitar o emprego de violência e grave ameaça para tentar impedir o livre exercício dos Poderes Legislativo e Judiciário, por duas vezes, e incitar a animosidade entre as Forças Armadas e o STF, ao menos uma vez. A denúncia foi apresentada nesta quarta-feira (17), no âmbito do Inquérito 4828.

Os comportamentos, segundo a denúncia, configuram os crimes dos artigos 344 do Código Penal (por três vezes) e do artigo 23, inciso II (uma vez) e inciso IV (por duas vezes) da Lei nº 7.170/1983 – este último combinado com o artigo 18 da mesma lei.

De acordo com a denúncia, assinada pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, desde que passou a ser alvo da investigação, o deputado adotou como estratégia desferir agressões verbais e graves ameaças, nas redes sociais, contra os ministros que irão apreciar o inquérito que apura a organização de atos antidemocráticos, visando coagi-los pela intimidação e, com isso, desestimular, em seu favor, a aplicação da lei penal.

A denúncia cita dois vídeos veiculados pelo parlamentar em 17 de novembro e em 6 de dezembro de 2020, intitulados “Na ditadura você é livre, na democracia é preso!” e “Convoquei as Forças Armadas para intervir no STF”. Ainda conforme a denúncia, as coações no curso do inquérito 4.828 prosseguiram com um vídeo publicado nesta terça-feira (16), intitulado pelo acusado de “Fachin chora a respeito da fala do General Villas Boas. Toma vergonha nessa maldita cara, Fachin!”, em referência a uma nota divulgada no dia 15 pelo ministro do STF Edson Fachin.

“Neste último vídeo, não só há uma escalada em relação ao número de insultos, ameaças e impropérios dirigidos aos ministros do Supremo, mas também uma incitação à animosidade entre as Forças Armadas e o Tribunal, quando o denunciado, fazendo alusão às nefastas consequências que advieram do Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968, entre as quais cita expressamente a cassação de ministros do Supremo, instiga os membros da Corte a prenderem o general Eduardo Villas Bôas, de modo a provocar uma ruptura institucional”, descreve a denúncia.

O vice-procurador-geral destacou que as manifestações contidas nos vídeos que serviram como plataforma para a prática das infrações penais escapam à proteção da imunidade parlamentar, que não abrange esse propósito. “As expressões ultrapassam o mero excesso verbal, na medida em que atiçam seguidores e apoiadores do acusado em redes sociais, de cujo contingente humano, já decorreram até ataques físicos por fogos de artifício à sede do Supremo Tribunal Federal”, afirmou Medeiros.

Política do Cerrado com informações da Secretaria de Comunicação Social
Procuradoria-Geral da República

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Justiça eleitoral reprova as contas do prefeito de Planaltina Cristiomario, PSL

O candidato recordista em gastos com combustíveis foi o Delegado Cristiomário (PSL), que se elegeu prefeito de Planaltina (GO). Ele declarou ter gastado R$ R$ 228,2 mil com combustíveis e lubrificantes –e só declarou R$ 3.000 com cessão e locação de veículos, referente ao aluguel de um ônibus.
Em resposta a questionamento da Folha, disse que os R$ 228 mil foram utilizados no abastecimento de dois ônibus que estiveram na realização de duas carreatas” e no abastecimento de veículos vinculados a 190 candidatos a vereador da região, de sua coligação. No entanto a promotora eleitoral de Goiás Michelle Martins Moura recomendou a reprovação das contas do candidato, apontando uma série de inconsistências, como registro de abastecimento de veículos em quantidade acima da capacidades de seu tanque.

Na quinta-feira (11), a Justiça eleitoral determinou a reprovação das contas e o pagamento, pela campanha de Cristiomário, de R$ 422.499,71 ao Tesouro Nacional. A promotora aponta ainda que não se pode transferir recursos financeiros ou estimáveis em dinheiro do fundo eleitoral para candidatos ou partidos não pertencentes à mesma coligação e/ou não coligados (e não existem coligações para eleições proporcionais). Além disso, Ricardo Marques, o perito que fez o parecer que embasou a opinião da promotora, ressalta que, “sobre essas ‘doações’ a outros candidatos, pairam dúvidas sobre o controle e a real aplicação do gasto”. Para Marcelo Issa, diretor-executivo do Transparência Partidária, a Justiça eleitoral precisa aprimorar o cruzamento dos dados das declarações de gastos de campanha para ser mais eficiente ao detectar fraudes e incorreções.

“Temos uma infraestrutura moderna e segura de apuração dos votos, temos transparência na contabilidade eleitoral, mas faltam sistemas de monitoramento mais eficientes, que disparem alarmes de irregularidades ainda durante a campanha”, diz Issa.

Leia a integra clicando neste link: Andamento do Processo n. 0602336-40.2018.6.09.0000 – Prestação de Contas – 20/05/2020 do TRE-GO.

Política do Cerrado com informações da Folha de São Paulo

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Fachin rebate tuíte de Villas Bôas: “intolerável e inaceitável qualquer forma de pressão”

“A declaração de tal intuito, se confirmado, é gravíssima e atenta contra a ordem constitucional. E ao Supremo Tribunal Federal compete a guarda da Constituição”, diz o ministro do STF em nota.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin publicou nota nesta segunda-feira (15) repudiando a confissão do general Eduardo Villas Bôas sobre o tuíte que fez em 2018, na véspera do julgamento do HC do ex-presidente Lula, com o apoio do Alto Comando do Exército.

Fachin afirma ser “intolerável e inaceitável qualquer forma ou modo de pressão injurídica sobre o Poder Judiciário” e aponta ruptura constitucional no ato do general: “a declaração de tal intuito, se confirmado, é gravíssima e atenta contra a ordem constitucional. E ao Supremo Tribunal Federal compete a guarda da Constituição”.

“Diante de afirmações publicadas e atribuídas à autoridade militar e na condição de relator no STF do HC 152752, anoto ser intolerável e inaceitável qualquer forma ou modo de pressão injurídica sobre o Poder Judiciário. A declaração de tal intuito, se confirmado, é gravíssima e atenta contra a ordem constitucional. E ao Supremo Tribunal Federal compete a guarda da Constituição.

Está na Constituição (art. 142) que ‘As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem’.

Frustrou-se o golpe desferido nos Estados Unidos da América do Norte contra o Capitólio pela postura exemplar das Forças Armadas dentro da legalidade constitucional. A grandeza da tarefa, o sadio orgulho na preservação da ordem democrática e do respeito à Constituição não toleram violações ao Estado de Direito democrático.

Por derradeiro, registro que o julgamento daquele HC foi suplantando pela apreciação colegiada posterior do Tribunal Pleno das ADCs 43, 44 e 54, em exame que, no entender expresso desta relatoria, deveria ter antecedido o julgamento da impetração. Fiz constar explicitamente no despacho de então que ‘como é notório, pende de julgamento o mérito das ADCs 43 e 44, da relatoria do Ministro Marco Aurélio, cuja tema precede, abarca e coincide com a matéria de fundo versada no presente writ’”.

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PT quer Luiza Trajano, do Magalu, para vice na eleição presidencial de 2022

O vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, afirmou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que o partido quer se “reconectar” com o setor produtivo e com o eleitor de centro. Segundo ele, para que isso possa ser feito, a empresária Luiza Trajano, da rede Magazine Luiza e do portal de compras Magalu, seria uma opção para ser candidata a vice na chapa presidencial de 2022.

“Eu acho uma super chapa: Haddad/Luiza Trajano”, disse Quaquá, se referindo a Fernando Haddad (PT), lançado no fim de semana passado como pré-candidato do partido à Presidência da República. Quaquá não afirmou, porém, se já houve algum convite para Luiza Trajano. “Precisamos nos reconectar com o empresariado que tem relação com o mercado interno e com o eleitor de centro, para formar maioria, ganhar e governar”, complementou Quaquá.

Recentemente, Luiza Trajano encabeçou uma campanha para que todos os brasileiros sejam vacinados contra a Covid-19 até setembro.

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Média móvel de mortes por Covid-19 no DF cai 5,4% e fica em 10

O DF confirma neste estranho fim de semana de carnaval 10 novas mortes por Covid 19 e chega a 4.680 óbitos.

5.086 ativos

595 novos casos

284.301 infectados

274.493 recuperados.

129.698 homens

154.606 mulheres

Vítimas-

Ceilândia – 02

Itapoã – 01

Paranoá – 01

Planaltina – 01

Plano Piloto – 01

Sobradinho I – 01

Entorno – 01

01 vítimas de Mato Grosso.

O Brasil tem mais 1.043 novas mortes e chega a 238.532 óbitos.

Medo.

Com o perigoso vírus do Reino Unido circulando a 40 Km de Brasília, a vigilância epidemiológica está em alerta roxo.

Diante de tal gravidade cientistas da UNB podem ter identificado uma nova cepa da doença em circulação.

Segundo o virologista Bergman Ribeiro, cientista do Instituto de Ciências Biológicas da UNB, responsável pelo Departamento de Biologia Celular do Instituto de Biologia em pesquisas sobre o micro-organismo que deu origem à pandemia da doença, é preciso urgência para identificar a variante que pode ter nascido no DF.

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Deputada Celina Leão decide ficar na Câmara e não volta à Secretaria de Esporte e Lazer do DF

Parlamentar chefiou pasta entre maio e dezembro do ano passado. Ela deixou posto para participar das eleições na Casa e, após vitória de Arthur Lira, escolheu permanecer no mandato.

A deputada federal Celina Leão (PP-DF) escolheu permanecer no mandato na Câmara dos Deputados e não volta a chefiar a Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal. Ela comunicou a decisão ao governador Ibaneis Rocha (MDB) nesta quinta-feira (11).

A parlamentar comandou a pasta entre maio e dezembro do ano passado. Deixou o posto para participar das eleições na Câmara e foi uma das principais articuladoras da campanha de Arthur Lira (PP-AL), que venceu a disputa para a presidência da Casa.

 Intenção era que, após a eleição, ela retornasse ao Executivo local. No entanto, com a vitória do aliado, Celina decidiu permanecer à frente do mandato. Desde a saída dela, a chefia da secretaria está com Giselle Ferreira de Oliveira, que antes era secretária executiva de políticas do esporte.

Com a volta de Celina à Câmara, o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (MDB-DF), que é suplente dela e assumiu o mandato enquanto a parlamentar estava no GDF, deixa a cadeira na Casa.